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segunda-feira, julho 04, 2016

TRAVESSIA DA BAÍA DE SINES

Depois de mais de quatro meses no estaleiro por causa de uma hérnia foraminal e com a consciência que nada voltará a ser como antes, voltei a uma prova desportiva. A Travessia da Baía de Sines foi a escolhida num dia de sol alentejano e na boa companhia do Tigre e do Jorge. Foram 1000mts para 28m ( a distância é sem dúvida maior do que a organização anunciou), feitos numa água demasiado fria, esforço depressa compensado com simpatia, chá quente e uma bela sardinhada oferecida pelo Clube de Natação do Litoral Alentejano. Que saudades que eu tinha de ir por ai fazer estas coisas... Seguem-se os 2500mts da Bessone em Oeiras para o fim do mês. Siga! Com Luis Miguel e Jorge Pereira

sexta-feira, janeiro 01, 2016

MERGULHO DE ANO NOVO 2016



Mais um ano se foi e outro começa. Que tenha mais dias felizes que 2015! Afectos, projectos, aventuras e claro, muito desporto!
Hoje em Sesimbra, num dia de chuva, sem frio e com o mar a 14º fomos 13 os que decidiram "renovar-se" para 2016 com um mergulho de mar. Destes, 5 valentes entre 3 e os 13 anos experimentaram as águas agitadas da Praia do Ouro, a Laurinha ( na foto em baixo) a mais jovem do grupo, ficou-se por um "lava pés".
Um ano desportivo a todos os seguidores do "Trilhos"

sexta-feira, setembro 11, 2015

segunda-feira, janeiro 31, 2011

UMA CRÓNICA QUE FICOU POR PUBLICAR

António Neves, Fernando Feijão e José Neves)

(A propósito de uma crónica que ficou por publicar em 2007 - Sem revisão)

Não é fácil trabalhar com uma autêntica “fábrica de ideias” como é o meu irmão. E não o é, porque frequentemente a superprodução dá origem à acumulação de stocks de ideias por falta de “escoamento”. Boas ideias arrumadas na prateleira, é triste de se ver, especialmente para quem aprecia a criatividade. Os responsáveis disto não são os membros do clube, nem os amigos que frequentemente se empenham nas “linhas de montagem dos produtos das suas ideias”, os responsáveis talvez sejam … os que estão pouco habituados a que para além deles outros também tenham ideias. O que é chato nisto tudo, é que estes também têm o chamado “capital” (sobretudo o social e o simbólico), ou seja aquilo que é caro a todos os homens: o poder! É preciso lutar portanto para que a distribuição deste seja mais equitativa ( e não um poderzinho para ti, dois para mim).
Divagações sociológicas irónicas à parte, a ideia de fazer um quadriatlo já é antiga e “desenpoeirou-se” quando alguns membros do CAB empenhados em treinar para as corridas de aventura, mas também para um halftriatlhon quiseram fazer um treino mais competitivo que incluisse os vários ingredientes das duas modalidades. Desta forma surgiu o “Quadriatlo Terra Livre Aventura com 1.200mts de natação, 8km de canoagem, 68km de BTT e 10km de corrida. Tratou-se ainda de aprimorar o acontecimento com um almoço convívio, troca de presentes e prémios aos 1ºs classificados feminino e masculino e o dia tornou-se por direito próprio pertencente à galeria dos “inesquecíveis”.
Fazer os relatos na primeira pessoa, dá-me sempre um “gozo do caraças”. O contrário, é sempre para mim um “parto difícil”, pois a “coisa” tem de ter ares de notícia e francamente apesar de um dos meus sonhos de adolescente ser o de me tornar jornalista em adulto (projecto que resultou apenas em fazedor dos pasquins aqui de casa), confesso que acho que tenho mais jeito para os “géneros literários”, naturalmente para os mais “caseiros” diga-se.
Bem, então aqui vai o relato da minha participação no quadriatlo:
A preparação específica foi pouca, mas confesso que apesar das duas últimas semanas terem sido catastróficas por motivos de doença, tenho vindo a treinar “alguma coisa”. Nado pelo menos uma vez por semana, corro duas a três vezes, pedalo duas e de vez enquando aproveito a borla” num ginásio e vou lá tratar do caparro. Além disso, como e bebo “à vontade”, respiro e sorrio e lá me chateio de vez em quando. Perante este quadro faltava qualquer coisa para se ser quadriatleta: a canoagem. Apesar de não a treinar (confesso que por preguiça e porque normalmente fico meio empenado das costas) arrisquei confiando na minha experiência anterior e na actual boa condição física, não me enganei.
No dia D, lá estava eu com 11 “gandas malucos” que após o gong das 10hrs se lançaram à água da Lagoa de Albufeira. A ideia era atravessar a dita lagoa, contornar uma bandeira na outra margem, agarrar um puxo que estava junto à referida bandeira e nadar na direcção da “partida” e aí iniciar a canoagem. A natação como sempre para mim é o momento em que substituo a força da técnica pela técnica da força. Normalmente o resultado é que chego sempre ao fim com a sensação de que, apesar de ser um tosco, lá me aguento à “bomboca”. Cheguei em 3º ainda com a imagem do Pedro Roque a fazer a travessia de colete e a pensar que ele iria demorar uma eternidade a chegar à margem da partida, enganei-me, pois passados alguns minutos ei-lo a iniciar a canoagem, que técnica! Claro que a esta altura já eu ia embalado na cola dos estavam à minha frente: o Velez e o Silva. Durante os 8km fui olhando por cima do ombro na expectativa de quanto tempo aguentaria até ser ultrapassado pelos prós que seguiam atrás: o meu irmão e o Feijão. Mas tal não aconteceu e ainda consegui ultrapassar o Velez, isto apesar do desconforto e dormência das pernas, não há maneira de me habituar ao barco, chiça!
O BTT começou com estas 4 feras a partir a “loiça toda” nos primeiros quilómetros. Aguentei-me, afinal não estava nada mal! O pior foi quando começou a orientação ( vulgo desorientação). Os primeiros pontos ainda fui bem sucedido, mas a partir de Sesimbra, nicles! Aí o António e o Feijão apanhando-me “distraído” no controlo intermédio com um problema de corrente deram uma grande “sapatada”. Pensei que o mini pelotão iria ficar partido a partir daí, mas não, pois tiveram um rebate de consciência e reagruparam o grupo. Contudo, essa “boa vontade” não durou muito, no pinhal entre a Quinta do Peru e a Cotovia o andamento era de “TGV” e o Silva ficou para trás. Três “sobreviventes” chegaram portanto ao parque de transições para a disciplina final, a corrida, eu, o Velez o António e o Feijão. Mais uma vez distraí-me e estes dois últimos saíram a todo o gás do parque de transições ( a ratice fruto da experiência). Fiquei eu e o Velez que me disse estar a passar mal com as cãibras. Despedi-me dele na tentativa de alcançar os líderes, mas o esforço cedo se revelou em vão quando me deparei com a dificuldade do percurso, areia da praia dunas e até uma travessia por água a nado ( 5mts). Para mim um percurso fantástico, original, belíssimo, mas o cansaço já fazia das suas e além disso estavam na frente dois bons atletas… que também tinham partido à minha frente. A prova acabou, obtendo eu um honroso 3º lugar, o 1º foi do Feijão e o segundo do meu irmão. É claro que quando for com malta mais competitiva ainda, este pódio será apenas uma miragem.
A prova terminara para mim, mas não para a maioria. O Velez foi o 4º, o Silva o 5º o Ricardo o 6º e a Esmeralda a 7º (vencedora feminina). Os restantes ( Os Ruis, a Filomena, o Roque, a Ângela) sentiram que os 10km de corrida seriam um empeno que poria em risco as provas que se avizinham e portanto não fizeram a totalidade do percurso de corrida.
No convívio final o Roque ficou com o epíteto de “lambão”, pois foi surpreendido com uns bigodes de chocolate em resultado de um saboroso bolo “abandonado” á mercê dos gulosos. Eu safei-me de pertencer ao "clube", fui mais discreto, usei um guardanapo.
Abraços a todos e obrigado pelo excelente dia que me proporcionaram.

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

AS DUAS ÚLTIMAS SEMANAS - O INVERNO DO NOSSO DESCONTENTAMENTO.


Durante o "Quadriatlo Terra Livre" (natação, canoagem, BTT/orientação e corrida) - Lagoa de Albufeira 2008 - Antes da partida para o segmento de natação da esquerda para a direita - Fernando Feijão,Rui, Filomena, Ricardo, Pedro, Velez, Silva, A. Neves, Rui Marques, J. Neves, Ângela e Esmeralda.

" O Inverno do nosso descontentamento" a par de " Vinhas da Ira" do John Steinbeck fazem parte dos livros da "minha vida" ( o segundo para mim mais marcante que o primeiro).
Rebusco o titulo retirando-o da história do livro para que dê sentido ao que eu e muita gente tem vindo a sentir este inverno. Desgraças à parte, para quem gosta de fazer uns treinos fora de portas, sobretudo de bicicleta, isto está mesmo um "descontentamento". Raras são as vezes em que saio de casa para dar "umas pedaladas" e não comece a chover. Na corrida suporta-se, agora a treinar BTT é mais complicado, caminhos intransitáveis, roupa ensopada, frio, perde-se depressa a "pica". Salva-me a natação e as minha sessões tri-semanais.
De facto esta meteorologia deixa-me com uma lassidão que se não contrario, evolui para uma preguiça vegetativa perigosa. Estas duas últimas semanas são o exemplo disso, alternei fases regulares de treino com outras "mais para menos" ;-). Bem, além dos condicionalismos climáticos existem outros é claro, estes talvez até mais importantes como o trabalho a família e a "lesão de estimação" que tenho de avaliar correctamente, pois disseram-me os entendidos através da palpação da zona dolorosa que isto "deve ser uma fibrose". O facto é que esta mói, dói e chateia, chiça!!! Em resumo: continuo a rolar e a treinar para os objectivos de época; para já daqui a 3 semanas em Idanha ( TP CA ADFA) depois lá mais para Maio com o Camp. Nac. de Corridas de Aventura... buga!

1ª semana:

3x natação - aprox. 4000mts
2X BTT - aprox 90km ( metade do que na semana anterior)
1X Ginásio
2x corrida - 1h30/ outra 2h30 + 30m marcha ( a penar da perna)

2ª semana

3X natação - aprox. 4.500mts
1x BTT - 50km
1X Ginásio
2X Corrida - total 2h30
1X marcha - 3h30

Locais: Monsanto, Restelo, Passeio Marítimo Álges - Carcavelos, Arrábida Serras do Louro e S. Francisco, Lisboa by night ( com direito a uma cervejola na Trindade - treinar e beber uns copos 2 em 1 ;-).
Música: David Bowie, Bob Dylan, Humanos, Cocteau Twins.
Maleitas: Nádega/ perna/ quadril e joelho direito ( controlado com glucosamina)
Peso: a comer como sempre mas a "derreter" qq coisa.

Oração para fazer parar a chuva:

"Senhô meu Jesus, amado de todo meu coração, trago-vós. A chuva que vóis mandô, pra nós já chega, agora peço, peço pra vóis uns dias de sor pra tempero da chuva (pede-se o número de dias de sol que se quer: 10 ou 15) e depois o Senhô Amado meu Jesuis vós sabe do meu coração e eu não sei do coração de vóis, pela santa fé que tenho em vós, tenho certeza que vóis me favorece, por este meu pedido que peço pra vóis. Pelas dores de vossa mãi, pelo amô da Virgi Santíssima nossa soberana, pelo amô de vóis que este meu pedido será aceito que vóis está aqui no meu coração guardado e vóis me favorece Sinhô Deus de Misericordi."

In- Jangada Brasil Almanaque.

Ehehehehehehehe ;-)

À VOLTA DO SANTIS ( PARTE I)

Como o planeado saí de Konstanz para passar uns dias com um amigo nos arredores do cantão suiço de Sankt Gallen. Não tinha...