segunda-feira, setembro 16, 2013

[O Homem da Maratona] MAIS UM TREINO PERFEITO - 2006

posted by Zen to O Homem da Maratona at 5/05/2006 07:50:00 AM

Na quinta-feira 27 de Abril repeti o "dia perfeito" da semana passada. Desta vez tive a companhia do Jorge, e portanto as fotografias não foram todas em automático. Decidimos variar o percurso: Apostiça, margem da Lagoa de Albufeira ( ouviram as minhas preces e abriram-na... como está bonita!)Praia da Lagoa de Albufeira, Arriba Fóssil com o final junto dos portões da Nato aonde estava estacionado o carro. Escusado será falar sobre o ambiente natural aonde decorreu o treino, as fotografias falam por ele.

As autoestradas naturais da Mata da Apostiça...



Eu e o Jorge junto às margens da Lagoa de Albufeira numa fotografia em automático com a máquina em cima de um poste de vedação...



Ao longo das margens da Lagoa...



Seguimos a proa deste barco...



Fim do treino!



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Posted by Zen to O Homem da Maratona at 5/05/2006 07:50:00 AM

sábado, setembro 14, 2013

MALAGUEIRO


PS - Gosto dos diálogos :-)
-  Agora, aqui...
- Tá mari, tá malaguero...
- Eheheheh
Épico!

sexta-feira, setembro 13, 2013

O MAR


Foto: António Neves - 12/09/2013

[O Homem da Maratona] O RESTO FOI UM SONHO... (2006)

Que bonita mensagem escrevi no " O Homem da Maratona" no 26 de Abril de 2006 e a propósito do 25 de Abril de 1974.

Posted by Zen to O Homem da Maratona at 4/26/2006 06:45:00 AM




O 25 de Abril acabou no dia 25 de Abril o resto foi um sonho...

As mudanças existem:

De um país Parábola surgiu um país hipérbole.
De um país pobre surgiu um país empobrecido.
De um país Fascista surgiu um país de Democracia de pantufas.
De um país analfabeto surgiu um país disléxico.
De um país deprimido surgiu um país prozac.
De um país rural surgiu um país suburbano.
De um país sem liberdade de expressão surgiu um país inexpressivo.
De um país isolado surgiu um país globalizado.
De um país de ricos e pobres surgiu um país de ricos que se dizem pobres e de pobres que se dizem ricos.
De um país …
Bem já chega! Fico sempre muito amargurado com o dia 25 de Abril. Lembro-me sempre de um dia que passei no hospital de S. José há uns anos atrás e das palavras de um Galego imigrado em Portugal porventura fugido da atroz guerra civil espanhola que sonhava encontrar (e tornar) um Portugal melhor que a sua miserável Galiza: …”ah pobre Portugal!” O desespero reflectia a inépcia dos serviços hospitalares, a ausência de humanismo a degradação do sítio onde desejava ser tratado ao mal de saúde que o afligia.
Para sarar estas dores da alma decidi fazer a Corrida da Liberdade em Lisboa que na sua pacatez de feriado tinha acordado com um luz primaveril que Renoir devia ter sonhado quando pintava os seus quadros.
Encontrei nem velhos, nem novos, nem mais, nem menos, nem autênticos, nem falsos, nem da onça, nem do peito, encontrei simplesmente amigos, humanos com quem gosto de estar e conversar.
Corri com prazer e com "garra"!
Melhorei o meu recorde este ano dos 10Km em cerca de 5m, fiz 42.34.
Estou ansioso por mais uns treinos nas areias.

Viva a Liberdade!

Faltam 94 dias para o Raid Melides – Tróia.
A minha crónica no fórum.


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Posted by Zen to O Homem da Maratona at 4/26/2006 06:45:00 AM


quinta-feira, setembro 12, 2013

[O Homem da Maratona] UM DIA PERFEITO (2006)

Posted by Zen to O Homem da Maratona at 4/23/2006 07:39:00 AM


O meu 5º treino nas areias foi um dia perfeito.
Estou de folga os miúdos não estão e a minha mulher está a trabalhar, estou livre como um pássaro nesta primavera! Quero fazer um treino longo, apetece-me sair fora dos locais aonde habitualmente treino. Visto o equipamento, encho a mochila de raide com água,duas barras energéticas, máquina fotográfica, telemóvel e entro no carro. Para aonde é que vou? Tinha visto as marés, sabia que a preia mar na Trafaria era por volta das 13hrs, portanto... Lagoa, Meco ou F. da Telha? Fonte da Telha! Não era a primeira vez que ali treinava, mas decidi introduzir novas variáveis. Há dois meses atrás, quando ainda não pensava em ir ao Raide Melides - Tróia, tinha deixado o carro perto do portão das instalações da Nato na Fonte da Telha, começando o percurso pela Arriba Fóssil retornando depois pela praia, desta vez foi ao contrário. 
O dia estava óptimo, sem calor, ligeiramente nublado, com uma aragem marítima fantástica e a praia praticamente deserta - Just a perfect day
Começo o treino,  faço algumas fotografias, reparo que a boca da Lagoa de Albufeira está sem ligação ao mar ( espero que a abram depressa) e questiono se devo voltar para já para trás. Não, sigo antes pelo interior da Lagoa num cenário lindíssimo! Perto da 1h15 de treino decido retornar agora pela Arriba Fóssil, escusado será dizer, para os que conhecem a zona, quais são as sensações de correr num cenário destes, para os que não conhecem, só posso dizer, experimentem! Quando chego perto do restaurante aonde deixei o carro já com duas horas de treino, tenho vontade de fazer mais mas é melhor não abusar.
Uma chuva miudinha refresca-me, mesmo assim vou tomar uma banhoca de mar, para mim mergulhos é o ano todo. Volto para casa a ouvir UB40, " The Way You Do The Things You Do".
Faltam 98 dias para o Raid Melides - Tróia.




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Posted by Zen to O Homem da Maratona at 4/23/2006 07:39:00 AM

terça-feira, setembro 10, 2013

MEIA MARATONA SÃO JOÃO DAS LAMAS - O QUE É BOM, RECOMENDA-SE!

Atrás da máquina o camarada Álvaro, na fotografia o Mayer, eu e o Fernando Andrade, aqui a correr do lado de fora pois é o organizador da MMSJL há 36 anos.
 A fotografia parece um postal antigo mas foi tirada no sábado passado. Ilustra parte do percurso da meia maratona que serpenteando entre montes e vales nos revelou a beleza da "zona saloia" e a efusiva simpatia dos "saloios"( Foto: Álvaro Costa)

Pois é, sete anos depois fui a uma corrida estrada, e que corrida! A segunda meia maratona mais antiga do país, é a grosso modo "BBB", ou seja é  "boa, bonita e barata". Eu é nunca ali tinha ido, apesar dos 30 minutos que "gasto" de carro a partir aqui de casa ( Sintra - S. João das Lampas), como me arrependo... Para o ano conto repetir, se o meu patrão, os deuses do PDI e a falta de visto para viver e trabalhar num país desenvolvido deixarem ( ah, pois...)!
Organização, percurso, público, prémios, e, desculpem se me esqueço de alguma coisa, está muito próximo daquilo que se deseja numa festa da corrida para todos, não fosse o projecto e a execução desta "meia" uma "realização" de uma das referências do pelotão popular, o Fernando Andrade. Quanto ao resto que resta  e por isso fica, é uma colecção de emoções e sentimentos próximo do que defino por "felicidade": a antiga camaradagem e amizade que o tempo não esbate, o prazer do convívio com os que partilham os mesmos gostos, as mesmas paixões, sintonia com o tal "sentido da existência", o respeito e admiração pela diferença e pelo esforço dos que estão "dentro" e sobretudo dos que estão "fora", o desafio que superamos e nos dá coragem para desafios maiores, na corrida mas sobretudo na vida e outras coisas que em reserva guardo para mim, até porque as palavras são palavras, servem apenas para "pôr em comum" e outras linguagens necessitam também de outras "circunstâncias", parecidas também com esta.
Forte e fraterno abraço aos amigos que me acompanharam ao longo do percurso ( suportando a minha tagarelice por duas horas): a Dina Mota, sempre a estabelecer pontes de carinho e atenção, sempre a reforçar bons sentimentos, ao Velez, que já começa a ser um "velho" camarada, porque o conheço vai para um bom par de anos, sempre presente, bom de conversa e assunto, um lutador que não deixa os amigos morrerem no "campo de batalha". Abraço também aos estimados veteranos, Fernando Andrade, Mayer Raposo e Álvaro Costa, pessoas com quem tive a sorte de me cruzar na vida e com eles aprendi a ver melhor os horizontes desta. Ao Tigre, que me trouxe quase "ao colo" de volta para os treinos e me apresentou os PR, com quem agora treino perto de casa e me motivo para mais desafios, aos reencontrados "Machada Runners" com quem treinei durante uns tempos na Mata da Machada no Barreiro até começarem a ter um "andamento de outro planeta", muito por culpa minha que não me "especializei" na corrida, mas também por ter mudado de malas e bagagens para a margem norte do Tejo, o António Soares, a Chantal e o Jaime, e muitos outros com quem apenas troquei breves palavras ou gestos e por isso não figuram no mesmo grau de importância neste texto ( Abraço Ana Pereira, Paulo Fernandes, João e alguns PR´s e, claro, algumas das "minhas" Lebres).
O "day after" é que não foi fácil, uma crise de lombalgia ( acidentes antigos, o peso, a idade e o alcatrão que não é o ambiente mais saudável para correr) obrigou-me a estar na horizontal grande parte do dia, afastando-me dos bonitos concertos do "Out Jazz" ao Domingo em Lisboa. Esta sensação de estar "partido em dois" e as pernas doridas por uma distância que há muito não fazia, apenas me permitiram recuperar com uma sofrida caminhada de 1 hora de manhã, "sugerindo-me" a sensatez de descansar ontem. Hoje, francamente mais "desempenado", já pude vir de bina para o trabalho ( como faço a maior parte do ano) neste belo dia de Setembro ( a luz deste mês é a mais bonita ) . Amanhã conto retomar os treinos de corrida com a esperança de na sexta meter 25km nocturnos com alguns "ultras" do PR, a ver vamos. 
Até breve.

PS - Só coloquei fotografias autorizadas pelos autores.

À VOLTA DO SANTIS ( PARTE I)

Como o planeado saí de Konstanz para passar uns dias com um amigo nos arredores do cantão suiço de Sankt Gallen. Não tinha...