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TRILHOS DA ESTRELA

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NUMA LISBOA QUE AMANHECE

Depois de dois dias de uma "primavera quase verão" nos jardins serranos do maciço central, o regresso ao trabalho de bicicleta "numa Lisboa que amanhece(u)". Destes trilhos naturais por onde andei nos últimos dias aos trilhos urbanos de Lisboa, só me ocorre uma frase: " eu nasci no país mais bonito do mundo!" 
PS - desculpem-me alguma imodéstia desta afirmação, mas não consigo sentir o meu país sem excesso ( o Fernando Pessoa disse o mesmo) e é por isso que repito cada vez que saio por ai do Algarve ao Minho, ali e além doTejo,entre as Beiras e por trás os montes, a ver o Douro desaguar no Zézere e o Mondego levar o Guadiana a ver o mar:  o meu país é o mais bonito do mundo (!), porque além de ser meu, é também o mais bonito! ;-)
O sol nasceu em Lisboa hoje às 7h17m.

NADAR NO PARAÍSO

Não estou com 100 virgens ( que trabalheira!) nem perante S. Pedro a tentar convence-lo que sou "bom rapaz" e mereço ir para o "paraíso" (acho que consigo vender mais depressa a enciclopédia Britânica a um cego), estou no Portinho da Arrábida num dia de sol, a nadar no mar, estou afinal vivo e no paraíso... da terra!
O meu "Orca S5" já rende o investimento e promete mais mar. A companhia, essa, melhor que as virgens e o S. Pedro juntos e não sei se a trocava por um "slot" na "eternidade".



COMES E BEBES

Desde a recoleção pura de frutos e bivalves ( parcimoniosamente, que a mãe natureza é generosa mas tem os seus limites), até à incondicional cerveloja, à robusta sandes de presunto ou ao refrescante geladinho, tudo serve para tornar uma corrida, volta de BTT ou caminhada também um evento gastronómico! E quanto a estas imagens... a Primavera e consequente estio, aproximam-se, viva!
PS - Passo a publicidade à Sagres. Não sou dado a patrocínios ( há um limite para a mercantilização do quotidiano) nem a  nacionalismos bacocos mas se há bejeca que escorrega bem quando vem o verão em todas as latitudes aqui da terrinha ( eu diria, um bocadinho com imodéstia, no universo inteiro) é esta.