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terça-feira, dezembro 08, 2015

SUBAM LÁ ACIMA A IDANHA...



" Subam lá acima a Idanha
Até as silvas dão rosas..."


Esta fotografia é do tempo em que a equipa do CAB "comia CP´s ao pequeno almoço" e estava, como foi no caso do Estoril XPD de 2008, quase 60 horas em prova "como quem limpa o rabiosque a meninos" ( ou qualquer basófia do género, porque na verdade uma Corrida de Aventura com esta duração, são uns quantos "ironmans" ao quadrado). Os tempos agora são outros, não de tanto "comer" CP´s mas "comida portuguesa", há uns quilos a mais e os outrora "meninos(as), tornaram-se agora uns "quase" (para não ofender susceptibilidades), "curtidos" quarentões e cinquentões. Apesar destes avanços "históricos" ( coisas da imparável marcha do tempo), as Corridas de Aventura ainda contam com a presença do CAB e aqueles que teimosamente as organizam (com uma "overdose" de boa vontade) recebem a "equipa do Barreiro", sempre com uma "privilegiada" simpatia, que nós naturalmente esperamos retribuir.
Foi na certeza que as paixões nunca morrem ( apenas nascem outras) que subimos "lá acima a Idanha" pela terceira vez com esta equipa, onde afinal nem todas "as silvas dão rosas", mas quase, tal é a beleza da região beirã, que esquecermos os efeitos, sobretudo nas pernas e braços, desta planta espinhosa que por ali abunda. Como dizia ( e espero que com tantos "soluços" no texto, tenham a paciência de o ler até ao fim), o CAB chegou este Raid de Aventura de Idanha com o mesmo espírito das anteriores vezes em que por ali correu, pedalou e pagaiou: dar o "coiro e o cabelo" nas sete etapas da prova distribuídas pelo Sábado e Domingo, com Oripedestre, OriBTT, Canoagem, cordas e jogos tradicionais. Um belo "petisco" com aproximadamente 200km para 18horas de prova. No final esperava-nos um convívio almoço com distribuição de prémios, "brinde" a que as boas organizações da ADFA ( Associação dos Deficientes das Forças Armadas) nos habituaram há muito.
Vamos à prova: fomos os quatro com a intenção de ficar um na assistência e os restantes a "curtir" o mapa. No entanto o "figurino" desta CA tinha apenas dois escalões, o de Promoção, que reduz distâncias e duração para permitir a captação de novos "aventureiros" e o de Aventura, para os mais experientes ( no tempo em que as CA´s estavam em "grande", havia ainda o da "elite masculina" e "mista" e estes obrigavam a que os elementos estivessem sempre em prova, eram portanto os escalões mais competitivos). Nos regulamentos actuais o escalão de "Aventura" têm dois elementos em prova e um na assistência, podendo a equipa trocar de elemento em cada final etapa ou mesmo, no caso de etapas circulares como scores, jogos, cordas ou canoagem, implicar a participação dos três. No nosso caso, um dos elementos nada faria, enquanto os outros três alternariam no decorrer da prova. Pareceu-nos pasmaceira a mais, para gente que "comeu CP´s ao pequeno almoço" e propusemos à organização a constituição de duas equipas de Aventura, até porque, a etapas eram circulares ( começavam e acabavam todas no mesmo sítio) e por isso o problema da assistência, quando temos de levar a logística da equipa de um lado para o outro, estava resolvido com a permanência no mesmo local. E foi desta forma, com a "dolorosa" certeza que, ao contrário das outras equipas, teríamos um empeno "contínuo" pelos dois dias de prova, que partimos os quatro ( divididos em duas equipas) para a primeira etapa, uma Oripedestre que teve início na bonita localidade de Penha Garcia, zona por onde andaríamos até às 23hrs desse mesmo dia.
A zona de Penha Garcia revelou-se uma extraordinária surpresa. Declive quanto baste, beleza natural até ao "tutano"e horizontes que se estendiam da Serra da Malcata à da Gardunha no lado oposto. Da bonita etapa de Opedestre de aproximadamente 20km, saltamos para a etapa seguinte, uma OBTT com 43km a realizar na herdade do Vale Feitoso, palco do recente Campeonato da Europa de OriBTT, um quase Parque Natural que se estende dali até à fronteira espanhola e onde se avistam diferentes espécies animais selvagens, como cabras, veados e grifos. Seria, mas com mais árvores parecida com a paisagem da etapa anterior, em altitude, sobranceira sobre as bonitas planície beirãs e as suas aldeias e muitas serras até onde a vista alcança, as que já referi, mas também a Estrela e a Sierra Gata em terras de Espanha.
Para quem como eu ultimamente pedala pouco, mas sobretudo porque acusa mais desgaste ( a idade não perdoa) o BTT foi um etapa muito dura, sobretudo para as minha lombar que tratou de se queixar nas etapas seguintes, como foi o caso da de canoagem+ cordas+ score+ jogos tradicionais onde as actividades de cordas foram para esquecer. Este corpanzil, em condições, não se dá com escaladas e tirolesas, em estado de lombalgia em que me encontrava, muito menos, é um sofrimento! Fiquei-me só pelo Rappel, o meu irmão, rijo, pelo pleno. Fizemos ainda uns quantos pontos no score e a canoagem foi à vida, curiosamente uma das disciplinas onde habitualmente "estamos acima da média", má estratégia portanto, mesmo queixoso, tenho a certeza que íamos buscar mais uns CPs. A etapa seguinte, uma Opedestre de 12km tornou-se insuportável para mim, foi com uma grande alegria que a terminei, correr num terreno irregular, era coisa de masoquista.
Entretendo a noite caíra e com ela toda a região mergulhou no Inverno. Estava de facto frio, mas suportava-se com roupa quente, já passámos por muito pior com as "célebres" temperaturas negativas do XPD e de Chaves. Apesar do cansaço de um dia sempre em prova e da escassa alimentação, combustível necessário para estas coisas de "longa duração", o BTT seguinte de 37km ( na melhor opção entre todos os CP´s, distância que apenas as equipas que fazem o pleno cumprem) foi feito sempre a "abrir", e só não deu melhores resultados porque a pouca luz nas bicicletas não permitia "ver um boi" a 10 mts de distância. Lembrei-me das muitas etapas nocturnas que fiz nestas condições: frio, fome, cansaço, pés e corpo molhado e aquele pensamento negativo persistente, que estaria bem melhor debaixo de um duche quente, a comer uma iguaria qualquer e/ou deitado na minha cama confortável. Mas o que é que me faz regressar ao que até parece não me fazer feliz? É precisamente compreendendo que este é um ingrediente fundamental para entender essa mesma felicidade! É isso que me faz voltar! É entre outras coisas ( que não interessa agora estar a racionalizar), o pedalar de noite sob um céu infinitamente estrelado a ouvir os misteriosos e sábios murmúrios da natureza e respirar um ar tão puro que ferem os pulmões poluídos deste "animal urbano" há mais de quatro décadas. É qualquer coisa que recomendo, vivamente!
Depois de mais de 14 horas em prova e de um banho quente, "desliguei todos os circuitos" assim que puxei o fecho do saco de cama num pavilhão desportivo de uma escola de Idanha que mais parecia uma arca congeladora em ponto grande. O cansaço era tanto que, se no dia estivesse "congelado", não faria mal, pelo menos tinha dormido "a noite de justos".
Às 7h30 era a hora de começo da primeira etapa do dia seguinte, desta vez em Proença a Velha. Mantinha-se o modelo circular da prova do dia anterior e nós mantínhamos o "non stop", valentes! Uma Opedestre com 12km e uma OBTT com 26, fariam as mais de 17hrs de prova para as duas equipas do CAB que mesmo apesar de terem dois excelentes navegadores, não quiseram deixar de fazer o "brilharete" de rebentarem a última etapa, colocando-nos no fim da tabela classificativa ( os "dois excelentes navegadores" é mesmo a sério!). Nada que beliscasse a alegria de podermos estar de volta às Corridas de Aventura  e muito menos abalou a convicção de repetiremos estas "doses" devez em quando.
Mais uma boa organização da ADFA numa região onde tenho parte das minhas raízes familiares e aonde, cada vez que regresso, apetece-me ficar mais ainda.
Até breve!

sexta-feira, outubro 30, 2015

RAID DE AVENTURA DE IDANHA 2015 21 e 22 NOVEMBRO


As Corridas de Aventura estão de volta em Novembro naquela que será a sua última prova do ano. A Taça de Portugal de Corridas de Aventura encerrará em grande numa das regiões mais bonitas do país, a Beira Baixa. A aventura terá início no Sábado dia 21 em Idanha- a Nova, percorrendo os seus vastos espaços verdes e património ancestral até Penha Garcia, local de onde partirá na manhã seguinte, somando assim muitas horas de desafios com orientação pedestre e BTT, Canoagem, Slide, Rappel e jogos de estratégia/tradicionais. No final haverá o habitual almoço de convívio com entrega de prémios. Espera-se por isso mais uma excelente organização da ADFA/Exército que tudo tem feito para devolver às Corridas de Aventura o lugar cimeiro que merecem no desporto outdoor português.

Site da prova: aqui

No Facebook: aqui

Programa 16/ 11 / 2015 – Segunda-feira
          > Data Limite para Inscrições
20 / 11 / 2015 – Sexta-feira
          > 21H30 – Abertura do secretariado (Pavilhão Municipal de Idanha-a-Nova)
                          Abertura do solo duro (Pavilhão Municipal de Idanha-a-Nova)
          > 23H30 – Encerramento do secretariado
21 / 11 / 2015 – Sábado
          > 07H30 – Reabertura do Secretariado (Penha Garcia)
          > 09H00 – Briefing
          > 09H30 – Início da Prova
22 / 11 / 2015 – Domingo
          > 07H30 – Reinício da Prova
          > 12H30 – Almoço de Encerramento e Entrega de Prémios

segunda-feira, outubro 12, 2015

QUE SAUDADES DESTAS AVENTURAS

Olhem para mim a partir do minuto 22.28 do vídeo ( ao minuto 17.39, começa a reportagem da Corrida de Aventura de Sesimbra). Que saudades destas aventuras!

Magazine OTV - Abril from activideoTV on Vimeo.

quinta-feira, março 25, 2010

Taça de Portugal de Corridas de Aventura 2009/10 II Raid "Pelos Caminhos da Egitânea"




Taça de Portugal de Corridas de Aventura 2009/10
II Raid "Pelos Caminhos da Egitânea"

Decorreu na região de Idanha nos dias 20 e 21 de Março a 3ª prova da época 2009/10 da Taça de Portugal de Corridas de Aventura organizada pela ADFA e FPO. O CAB- SUPERBIKES esteve presente no escalão de elite com os atletas Ângela Cruz, Esmeralda Câmara, José Neves e António Neves, disputando a sua segunda participação nesta temporada. A leitura antecipada do Raidbook não advinhava facilidades para as 33 equipas em competição, pois eram esperados mais de 200km multidisciplinares, sobretudo orientação pedestre - 74km, e em BTT -156km, mas também actividades de cordas, natação e canoagem.
A prova começou com 12km pedestres circulares à localidade do Rosmaninhal e o CAB-SUPERBIKES entrou determinado em fazer jus do seu valor demonstrado em épocas anteriores. Apesar de um pequena desconcentração de inicio, fruto do habitual esforço para "entrar bem no mapa" que nos fez perder alguns minutos, a equipa realizou os 5 CPs da etapa dentro do tempo previsto, partindo para a etapa seguinte composta por 46km de BTT.
A altimetria da prova não denunciava as dificuldades de um terreno pesado pela chuva que caíra nos dias/meses anteriores à prova nem o sobe e desce constante, o chamado pela gíria desportiva como "rompe pernas" pela sucessão continua de subidas e descidas. Apesar do BTT ser das disciplinas mais fortes do grupo, a aposta em fazer a totalidade dos CPs, gorou-se por segundos fruto do desgaste inesperado pelos factores que foram referidos. Esta contrariadade não abalou a equipa que seguiu para a que podia ser considerada a "etapa decisiva", uma pedestre de 42km e 14CPs. A paisagem de montado e a razoável rede de caminhos pareciam ser favoráveis para que as equipas pudessem rolar rápido, contudo algum desnível e sobretudo a longa distância da etapa, impunham uma boa estratégia de navegação e gestão do esforço. O CAB-SUPERBIKES conseguiu unir esses factores, mas teve contra o facto de estar a partir atrasado nas etapas, encurtando o tempo disponível para "atacar" CPS e o défice físico de alguns atletas que acusaram uma época de lesões e menor preparação. Esta dura etapa "rendeu" 10Cps, seguia-se a última etapa do dia, um BTT nocturno de 62km que entrava em discussão para qual seria a "etapa decisiva" da prova.
Debaixo de uma forte chuva, com trovoadas e relâmpagos que iluminavam de forma súbita uma noite de breu, conferindo ao desafio, mais dureza, mistério e beleza, esta etapa trouxe à tona as dificuldades físicas acumuladas ao longo dia. Problemas esses que se foram superando pela experiência e entreajuda da equipa, mas que constituíram um obstáculo para recuperar o tempo que já vínhamos a perder ao longo de toda a prova. Dos 16CPs possíveis ( 1 CP duplo) a equipa realizou 9 Cps, chegando à 01h00 debaixo de um autêntico "dilúvio" ao santuário da " N. Srª. do Almordão" perto de Idanha-a-Nova. Em circunstâncias normais, a equipa estaria em condições de realizar mais 3Cps neste mapa, contudo é aqui que reside a chave das Corridas de Aventura, as muitas variáveis competitivas em jogo aliadas às competências multidisciplinares dos atletas, pontêncial físico, gestão de equipa, estratégia e claro também os factores considerados como "inesperados", são os ingredientes decisivos para se "chegar à frente". Não estávamos "cá atrás", mas tínhamos perdido o comboio dos lugares cimeiros, restava-nos lutar pela classificação "mista" ( elementos masculinos+femininos) no dia seguinte.
Com partida em Alcafozes, o dia começava ás 7h00 com uma etapa de 38Km de BTT com 11Cps. Quatro mapas distribuídos, dois para o percurso maior e outros dois para uma secção de ORI-BTT dentro da etapa que valia 3CPS. Estratégicamente optamos por fazer esta secção, considerando que podia ser uma vantagem competitiva pelas valências de alguns membros na disciplina. Não se revelou como tal, o terreno excessivamente pesado, cortado por linhas de água que frequentemente nos faziam atravessar com a bicicleta às costas, o relevo "rompe pernas" e o tempo disponível para a realização da etapa, cedo frustraram as nossas aspirações, amealhando "apenas" 6Cps. Seguia-se a penúltima etapa, um score 100 com multiactividades, entre elas rappel, natação e canoagem, realizadas em "descompressão" e que renderam 2Cps. Na entrada para a última etapa, sabíamos que pouco havia para decidir na classificação, ainda assim procurámos realizar os 4Cps da etapa e não fosse o alguma incongruência da organização em marcar os referidos Cps, esse objectivo tinha sido alcançado, o que premiaria todas as equipas que tiveram a ousadia de avançar pela antiga "via romana", primeiro num downhill técnico e depois num uphill de dificuldade muito elevada.
Concluindo: apesar deste aspecto menos conseguido, entre outros lapsos de menor importância a organização AFDA, esteve muito bem, oferecendo uma prova de elevando desafio físico e técnico. Quanto à nossa equipa CAB - SUPERBIKES classificou-se em 8º lugar no escalão de elite  que teve como vencedor o Exército 1, e foi ia 3ª equipa mista logo atrás do Exército 2 e  do ADA Desnível I.
Em Maio - Campeonato Nacional de Corridas de Aventura- esperamos estar mais fortes para mais um momento de desafio e aventura, convívio e sobretudo, amizade.

José Neves

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

AS DUAS ÚLTIMAS SEMANAS - O INVERNO DO NOSSO DESCONTENTAMENTO.


Durante o "Quadriatlo Terra Livre" (natação, canoagem, BTT/orientação e corrida) - Lagoa de Albufeira 2008 - Antes da partida para o segmento de natação da esquerda para a direita - Fernando Feijão,Rui, Filomena, Ricardo, Pedro, Velez, Silva, A. Neves, Rui Marques, J. Neves, Ângela e Esmeralda.

" O Inverno do nosso descontentamento" a par de " Vinhas da Ira" do John Steinbeck fazem parte dos livros da "minha vida" ( o segundo para mim mais marcante que o primeiro).
Rebusco o titulo retirando-o da história do livro para que dê sentido ao que eu e muita gente tem vindo a sentir este inverno. Desgraças à parte, para quem gosta de fazer uns treinos fora de portas, sobretudo de bicicleta, isto está mesmo um "descontentamento". Raras são as vezes em que saio de casa para dar "umas pedaladas" e não comece a chover. Na corrida suporta-se, agora a treinar BTT é mais complicado, caminhos intransitáveis, roupa ensopada, frio, perde-se depressa a "pica". Salva-me a natação e as minha sessões tri-semanais.
De facto esta meteorologia deixa-me com uma lassidão que se não contrario, evolui para uma preguiça vegetativa perigosa. Estas duas últimas semanas são o exemplo disso, alternei fases regulares de treino com outras "mais para menos" ;-). Bem, além dos condicionalismos climáticos existem outros é claro, estes talvez até mais importantes como o trabalho a família e a "lesão de estimação" que tenho de avaliar correctamente, pois disseram-me os entendidos através da palpação da zona dolorosa que isto "deve ser uma fibrose". O facto é que esta mói, dói e chateia, chiça!!! Em resumo: continuo a rolar e a treinar para os objectivos de época; para já daqui a 3 semanas em Idanha ( TP CA ADFA) depois lá mais para Maio com o Camp. Nac. de Corridas de Aventura... buga!

1ª semana:

3x natação - aprox. 4000mts
2X BTT - aprox 90km ( metade do que na semana anterior)
1X Ginásio
2x corrida - 1h30/ outra 2h30 + 30m marcha ( a penar da perna)

2ª semana

3X natação - aprox. 4.500mts
1x BTT - 50km
1X Ginásio
2X Corrida - total 2h30
1X marcha - 3h30

Locais: Monsanto, Restelo, Passeio Marítimo Álges - Carcavelos, Arrábida Serras do Louro e S. Francisco, Lisboa by night ( com direito a uma cervejola na Trindade - treinar e beber uns copos 2 em 1 ;-).
Música: David Bowie, Bob Dylan, Humanos, Cocteau Twins.
Maleitas: Nádega/ perna/ quadril e joelho direito ( controlado com glucosamina)
Peso: a comer como sempre mas a "derreter" qq coisa.

Oração para fazer parar a chuva:

"Senhô meu Jesus, amado de todo meu coração, trago-vós. A chuva que vóis mandô, pra nós já chega, agora peço, peço pra vóis uns dias de sor pra tempero da chuva (pede-se o número de dias de sol que se quer: 10 ou 15) e depois o Senhô Amado meu Jesuis vós sabe do meu coração e eu não sei do coração de vóis, pela santa fé que tenho em vós, tenho certeza que vóis me favorece, por este meu pedido que peço pra vóis. Pelas dores de vossa mãi, pelo amô da Virgi Santíssima nossa soberana, pelo amô de vóis que este meu pedido será aceito que vóis está aqui no meu coração guardado e vóis me favorece Sinhô Deus de Misericordi."

In- Jangada Brasil Almanaque.

Ehehehehehehehe ;-)

REGRESSA AO LUGAR AONDE FOSTE FELIZ

  É bem provável que já não encontre ninguém por aqui, naquilo que há uns anos chamávamos de "blogoesfera". A blogosfera era uma e...