Como o planeado saí de Konstanz para passar uns dias com um amigo nos arredores do cantão suiço de Sankt Gallen. Não tinha ainda nada parecido com um saco de viagem ( que vim a adquirir dias depois na loja da Louis Mottorrad em Bregenz Austria - cidade fronteira com a Suiça e Alemanha) e por isso improvisei a minha bagagem com a mochila e um saco estanque que uso para a canoagem. O dia estava bonito, mais fresco que os anteriores, mas rolar nas estradas suiças e cruzar aldeias e campos é como viajar num imenso jardim ( que cheira um bocadinho a vacaria em alguns sítios). Só tem um senão, os limites de velocidade e os radares na estrada são uma constante e ultrapassar os limites de velocidade em 10km/h por exemplo, dá direito a uma soma "simpática" de 200 francos de multa. Para isso é preciso ir com uma atenção redobrada, sobretudo quando se viaja numa máquina com mais de 100cv pois perde-se faciulmente a noção dos limites de velocidade. É que para eles não há choradinhos, n…
A Fábrica da Rothaus em plena Floresta Negra
A Amazona da ZR7 junto ao Schu O turista acidental
Rheinfalls Pôr do sol no Reno
(CONTINUAÇÃO)
De Geisingen seguimos em direcção a Hüfingen pela nacional 31 e daí até Löffingen, onde começamos a nossa odisseia pela Floresta Negra, cruzando aldeias tipicamente alemãs e bonitas estradas sinuosas de sobe e desce constante, na sombra dos predominantes abetos de copa alta. Foi o primeiro teste a sério e não correu nada mal. Alguns sustos pelo meio é certo, sobretudo em autênticos cotovelos que obrigavam a reduções rápidas e a melhorar o meu comportamento de entrada e saída em curva ( o maior desafio técnico do motociclista), autocarros e carros que surgiam inesperadamente nas estradas estreitas ( mas com um comportamento dos condutores sem mácula) e de ter como líder uma autêntica amazona com quase quinze anos de experiência em duas rodas, muitas viagens pelo meio, a mais longa delas da Alemanha a Portugal e volta. É preciso muito nervo, ou se…
A Amazona da ZR7 junto ao Schu O turista acidental
Rheinfalls Pôr do sol no Reno
(CONTINUAÇÃO)
De Geisingen seguimos em direcção a Hüfingen pela nacional 31 e daí até Löffingen, onde começamos a nossa odisseia pela Floresta Negra, cruzando aldeias tipicamente alemãs e bonitas estradas sinuosas de sobe e desce constante, na sombra dos predominantes abetos de copa alta. Foi o primeiro teste a sério e não correu nada mal. Alguns sustos pelo meio é certo, sobretudo em autênticos cotovelos que obrigavam a reduções rápidas e a melhorar o meu comportamento de entrada e saída em curva ( o maior desafio técnico do motociclista), autocarros e carros que surgiam inesperadamente nas estradas estreitas ( mas com um comportamento dos condutores sem mácula) e de ter como líder uma autêntica amazona com quase quinze anos de experiência em duas rodas, muitas viagens pelo meio, a mais longa delas da Alemanha a Portugal e volta. É preciso muito nervo, ou se…