terça-feira, novembro 20, 2007



PRESS RELEASE - II CAMPEONATO IBÉRICO DE CORRIDAS DE AVENTURA




Decorreu este fim-de-semana na região do Alto Tâmega - Barroso o II Campeonato Ibérico de Corridas de Aventura numa organização da associação transmontana Montes e Vales com o enquadramento técnico da Federação Portuguesa de Orientação e apoio da Associação Portuguesa de Corridas de Aventura. Nele estiveram presentes mais de 50 equipas oriundas de Portugal e Espanha nos diferentes escalões de competição: elite masculina, mista e aventura.
A prova constituída por 11 etapas numa altimétria variável entre os 300mts e os 1500mts e somando mais de 200km de orientação em BTT, corrida pedestre, canoagem e outras disciplinas, testou a perícia e resistência dos atletas num mapa de orientação difícil, não só pelas já referidas condições do relevo, riqueza de detalhes, desactualização de algumas redes de caminhos, sobretudo os do lado espanhol, mas também pela exigência imposta a um competitivo campeonato ibérico. A somar a estas condições uma meteorologia quase polar, sobretudo na 1ª etapa do 2º dia, onde se registaram temperaturas negativas, a mais baixa de -14º (!), que fizeram com que o rio onde deveria decorrer uma das etapas de canoagem, estivesse quase na totalidade coberto com enormes placas de gelo.
As estas adversidades souberam resistir as 48 equipas finalistas que mostraram que a beleza deste desporto em natureza está no espírito de equipa no qual a entreajuda e tenacidade dos seus membros frente a situações limite é o factor decisivo para o sucesso competitivo.
De referir ainda a excelência organizativa que proporcionou a todos um evento numa paisagem de extraordinária beleza e quase em estado selvagem. Uma riqueza natural a ser sustentávelmente rentabilizada e preservada por todos.
Quanto aos vencedores, as equipas espanholas com maior experiência internacional (em resultado também de maiores e melhores apoios) impuseram-se às portuguesas. Ainda assim a “luta” foi renhida, eis os resultados.
Para breve o relato na primeira pessoa, com as experiências vividas junto da equipa CAB/ESTORIL XPD RACE

segunda-feira, novembro 12, 2007

UP HILL - DOWNHILL CORRIDA DO MONGE - SINTRA




77ºJosé Neves Lebres do Sado 12 V2 01:04:17 ( entre 214 classificados)

Foto: Carlos Viana Rodrigues - AMMA Magazine - Site de divulgação desportiva e outros serviços.

Num fim-de-semana recheado de montanha (ver mensagem anterior), estive na presente na partida da 15ª edição da Corrida do Monge, prova disputada na Serra de Sintra entre a localidade de Janes da Malveira e um dos seus cumes mais altos: o Monge.
Não será necessário repetir que a minha recuperação não estava a ser a melhor para aquele que virá a ser o desafio deste mês: a participação no 2º Campeonato Ibérico de Corridas de Aventura. Desta forma, com a promessa sempre incapaz de cumprir, disse para os meus botões e para aqueles que já me vem acusando de “andar a fingir de morto para apanhar o coveiro” que esta prova “será (seria) apenas um treino”. Foi palavra de escuteiro durante pouco mais de 3 minutos, passando a uma “mentira que merecia um puxão de orelhas”a partir daí. Certo é que fiz uma razoável prova, levando-me a concluir aquilo que já tinha pensado em diversas ocasiões: é que até tenho jeito para trepar uns montes! Claro que ainda não experimentei o Ultra Trail do Monte Branco, e a Serra da Freita mantêm-se com o adjectivo de “ fiasco”, ainda assim…
Em conclusão: uma belíssima prova de atletismo em “up hill, downhill” que merecia uma outra divulgação e apoios, pois decorre num cenário de rara beleza que urge divulgar e preservar. Mais um momento de prazer desportivo e convívio, que também foi familiar e… se os deuses quiserem até para o ano!

segunda-feira, novembro 05, 2007

OS BELOS E NATURAIS MISTÉRIOS DE SINTRA



Em plena Serra de Sintra na direcção do Cabo da Roca



No Cabo da Roca



Nas escadarias do Palácio da Vila com o Luis Miguel, Fernando Andrade, Eduardo santos e José Martins.

Fotos: Margarida Henriques " o mundo da corrida com"

Tentei vezes sem conta fugir aquilo que parecia ser quinze dias depois de uma maratona

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