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REGRESSO COM O TEJO EM FUNDO



FOTO: No final do MIUT no Machico e após mais de 25hrs de prova.

Eu sei que não há maneira de acabar o relato do MIUT, mas ando um bocadito preguiçoso....e pouco inspirado.

Finamente voltei a treinar corrida e BTT com a regularidade de um adrelinodependente ( sim pertenço à categoria dos tóxicoindependentes, porque este "material" não se compra a nenhum traficante) e portanto esta semana além dos treinos diários de natação anárquica, corri duas vezes e hoje pedalei pela primeira vez depois da aparatosa queda em Agosto. O que posso dizer? Que a maleita ou ainda cá está, ou então está o fantasma dela, porque ainda dói, sobretudo após os treinos ( e isto do pensar que dói quando não dói também acontece, buuuuu).
Certo, certo, é que ando "em baixo" com isto, não há maneira de voltar a ter aquela força, bem-estar e motivação de outrora.Depois, porque com isto perdi a primeira prova da época de corridas de aventura, ainda por cima quando esta até parece que está bem organizada com multiactividades quanto baste e etapas pedestres e de BTT durinhas em mais de 20hrs de prova ( voz embargada e aperto na peitaça enquando escrevo isto). Enfim, não há mal que sempre dure... e bem que não comece ( alterado ao provérbio original;-).
Uso a máxima do meu irmão, "Epá, treina que isso passa"! É o que parece...

Mais duas coisas, a primeira um forte abraço para os meus companheiros do CAB que vão estar em prova este fim-de-semana em Lamego, a segunda, pedalar na nova ciclovia à beira do Tejo entre Belém e Xabregas numa manhã soalheira de Outono é um prazer que gostava que experimentassem, não pelo treino em si ( o meu teve de ser esticado até ao Estádio Nacional e Monsanto para que rendesse), mas pela enorme beleza deste estuário iluminado com uma luz tão única como a que se nos oferece em Lisboa uma boa parte do ano.

Segue-se um interregno forçado e uma ida para sul onde espero encontrar uns trilhos porreiros para treinar.

Até breve.

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